segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

CARTA ABERTA ÀS MINHAS OVELHAS - Texto (Pr. Weslei Orlandi)

Queridas ovelhas,

Ando inquieto. Ser pastor, ao contrário do que muitos pensam, não é tarefa fácil. “Pastor não trabalha”, gracejam alguns. “Pastor ganha bem”, alfinetam outros. Essas e tantas outras “brincadeiras” de péssimo gosto em alguns momentos me fazem pensar se vale a pena essa jornada. Penso ter razões para isso:
Não escolhi ser pastor; fui escolhido. Não tive, como muitos de vocês, a opção de escolher entre uma profissão e outra. Foi involuntária a chama que, de uma hora para outra, começou arder em meu coração. Fui abduzido do mundo dos normais e, de repente, lá estava eu, nos púlpitos, nas casas, pregando, aconselhando, visitando, intercedendo... E agora isso! “Senhor, tu me enganaste, e eu fui enganado; foste mais forte do que eu e prevaleceste. Sou ridicularizado o dia inteiro; todos zombam de mim”, Jeremias 20.7, NVI.
Não tenho superpoderes; “sou homem como qualquer outro homem” (Atos 10.26). Ainda que eu queira, não consigo. Minha humanidade me consome, me cerca, me humilha, me vence. Agonizo entre os anseios de ajudar a todos e as incessantes lembranças de que a vida segue seus caminhos invariáveis e não há muito a fazer.
Não sou carismático. A virtuose de tantos não passou nem perto de mim. Não domino a oratória, não encanto quando canto, não sei a diferença entre o Dó e o Lá, não sou midiático, emblemático, não contagio multidões, não sei chorar enquanto falo, sorrir enquanto exorto, representar enquanto descrevo. Sou normal; só isso.
Não pastoreio multidões, não batizo milhares; apenas um pequeno rebanho me foi confiado. Aos domingos não encho o templo, não arrecado milhões, não recebo fortunas. Sobrevivo com pouco, me alegro com pequenos ajuntamentos. Talvez me falte a gana e o domínio das técnicas de superação. Devo ler muito o pouco sobre os tais “7 pulinhos para uma vida de sucesso”.
Não tenho amigos; e os que tenho, não são tão próximos assim. De noite, faço nadar em lágrimas minha cama (não tenho onde chorar!). De manhã, sorrio, aceno. Está tudo bem! Sou pastor e pastor não tem problemas, não se sente só, não fica triste, não desabafa, não fraqueja, não peca, não perde. Pastor que é pastor faz “oração forte”, tem acesso livre ao trono celestial, caminha com anjos, conversa com Deus, tem visões. Quem vive assim, pra que amigos?
Não conto com muitos. Na verdade, alguns de você parecem não se importar com meus clamores, com a Igreja, com as necessidades prementes, com os finais de semana, com os cultos da semana. Talvez a culpa seja mesmo minha. Preciso ser mais criativo, mais ousado, dinâmico, espetacular, fervoroso.
Tenho chorado e arquejado sob o peso de tantas vergonhas. Nas ruas percebo o desprezo. Já nem se dão mais ao trabalho de cobrir o rosto enquanto gracejam. “O que fazer?”, indago a mim mesmo. Não consigo parar. Não posso, não quero! Covardia? Falta de opção? Não, não pode ser isso; e não é!
Ser pastor, a mais humilhante das tarefas humanas, também tem o seu lado bom. Deve ter; não é possível! Ao contrário de muitos [e do que muitos pensam], eu não negocio a palavra de Cristo visando lucro; antes, em Cristo falo diante de Deus, com sinceridade, como homem enviado por Deus, 2 Coríntios 2.17, NVI – acréscimo meu. Sei que amando mais, corro o risco de ser menos amado. Tudo bem. “De boa vontade, por amor a [vocês], gastarei tudo o que tenho e também me desgastarei pessoalmente, 2 Coríntios 12.15, NVI.
Estou sendo insensato. Fui obrigado a isso. Não sou inferior aos “superpastores”, embora eu nada seja. O legado de um pastor não depende das grandes obras, mas da sua perseverança, do seu amor, do seu empenho, da sua consciência. Seja como for, não pretendo recuar. Agora é tarde! Embora todos busquem os seus interesses e não os de Cristo, eu já fiz minha escolha: “o que para mim era lucro, passei a considerar como perda por causa de Cristo”, Filipenses 3.7, NVI. Ainda não cheguei lá, mas vou chegar. Também fui alcançado por Cristo, prossigo para o alvo. Haverá um prêmio. Haverá um consolo. Se já alcancei maturidade, então, é assim que devo ver as coisas. E vejo... Ah! É Lindo!
Meu sucesso, minha conquista, meus motivos, minha garra não foram dizimados. Alguns de vocês ainda fazem valer a pena. Eu sei que um dia olharei para os lados e os verei sorrindo enquanto caminham pelas imensidões do céu infinito. Nesse dia, quando isso acontecer, olharei para o meu Senhor e ele, num olhar – bastará um – me fará entender qual era a grandeza da minha missão.
Até lá, queridas ovelhas, não permitam que ninguém os julgue pelo pastor que têm. Fiquemos com as palavras do querido e valente Lutero: “Não somos o que devemos ser, mas pela graça de Deus, sabemos que já não somos mais o que éramos”. Isso basta!

Amo vocês!

Eu, vosso pastor e servo de Cristo.

domingo, 27 de outubro de 2013

Viva a Reforma Protestante (31 de Outubro de 1517)

Os Cinco Solas da Reforma
Sola Scriptura, Sola Christus, Sola Gratia, Sola Fide, Soli Deo Gloria
por
Declaração de Cambridge


SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

SOLO CHRISTUS
: A Erosão da Fé Centrada em Cristo


À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho

A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.

SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial


A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.



Fonte: Declaração de Cambridge
 http://www.monergismo.com/textos/cinco_solas/cinco_solas_reforma_erosao.htm 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

3* Aniversário de Reinauguração da IPR de Primavera do Leste-MT


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

"Deixe Jesus bagunçar sua vida, a Ordem Dele é melhor que a desse mundo"




Rodolfo Abrantes, um exemplo de transformação pelo Poder do Evangelho!.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

OS GREGOS ESTÃO COM TUDO!

“Eu quero Tchu, eu quero Tcha...”, mas o “O jeito é dar uma fugidinha com você”; porque eu quero é “Créu, créu”. Vai começar os “show das poderosas”, todo mundo fazendo “quadradinho de 8”... (mais que raio de música que é essa?).
Um grande mestre e profeta um dia nos disse (vocês com certeza sabem quem é..), “A boca fala do que o coração está cheio”. Mas cheio de que? Não é preciso ter uma visão crítica para perceber que o que a sociedade (sem generalizar) está cantando e fazendo, demonstra claramente o que está em seu coração. Em uma das reportagens do Profissão Repórter a um dos bailes funks, do Mr. Catra, lhe fizeram a seguinte pergunta: Por que você canta estas letras com teor erótico? Ao que ele respondeu: Só estou cantando aquilo que está no coração do homem. Pergunto, será mesmo que é isso que está no coração do homem?
Observando os rumos que está tomando nossa cultura, começo a perceber que estamos fazendo um retorno aos gregos. Calma! Não vamos falar de política e nem da crise financeira que está enfrentando a Grécia. Falo um pouco do passado, mas um passado que parece presente. Vamos nos remeter a pelo menos 300 anos antes de Cristo, ou seja, a coisa é velha mesmo.
Dos muitos movimentos filosóficos da antiguidade, o Hedonismo acabou em nossos dias se tornando uma luva para os atores sociais citados por Mr. Catra. Segundo Aristipo de Cirene e Epicuro, os principais expoentes desta corrente filosófica, diziam que o bem supremo da vida é o prazer, ou seja, tudo deve ser feito para suprimir a dor, e logo obter o prazer.
“Para ele (Aristipo), existia o movimento suave da alma, que seria o que chamamos de prazer, e o movimento áspero da alma, ou seja, a dor. Aristipo concluiu que, independente de sua forma e origem, o prazer tem sempre o objetivo de diminuir a dor, sendo o único caminho para a conquista da felicidade. O filósofo ainda afirma que o prazer do corpo é o sentido da vida. Esta ideia é defendida por outros hedonistas clássicos como Teodoro de Cirene e Hegesias de Cirene”
            Seria verdade então, o que os próprios gregos pensavam acerca do eterno retorno? Ou seja, que tudo se repetiria novamente? Sabemos que a antiguidade grega-romana foi tão ou talvez até mais promiscua que agora. Basta olhar para o ritual de adoração a Dionisio/Baco ou para Afrodite etc., o culto a fertilidade era literalmente um bacanal, ainda que para época, não tinha a leitura e visão de sociedade que temos hoje, e isto é importante lembrarmos, senão cometeremos um grosseiro anacronismo.
            Tudo bem, os gregos e romanos clássicos já não existem mais, mas suas práticas ainda que não tenham nenhuma conotação religiosa, estão extremamente presentes em nossa sociedade. Olhem as letras de “nossas” músicas; programas de TV, praticamente todos há mulheres seminuas e um forte apelo à sexualidade; existe um crescimento muito grande, pelo menos nos grandes centros, de casas especializadas em trocas de casais, swing, onde o cliente faz a configuração sexual que quiser. Essas práticas sociais confirmam nosso pensamento.
            No dia 07 de setembro na (minha) cidade de Primavera do Leste-MT, no encontro de motoqueiros da cidade, as altas horas da noite, várias mulheres, que não se sabe a procedência e índole, tiraram a roupa, e desfilaram peladas nas motos, se insinuando, exibindo seu corpo e sendo tocadas pelos participantes. A pergunta que não quer calar: Por que tanto homens como mulheres tem desejo de praticar isso? Por que causa euforia e êxtase, quebrar as barreiras da moral e bom senso? Enfim, talvez Freud estivesse realmente certo.
            Sigmund Freud, médico psicanalista austríaco que viveu no século passado, defendeu algumas teses das quais, acreditava que o homem na verdade deseja é se comportar como animal, e viver sem escrúpulos, aflorar sua sexualidade, mas infelizmente as normas sociais-religiosas estabelecidas o impedem para tal. Mesmo assim, isso já não é mais impedimento para o homem, pois, está quebrando os paradigmas que até então eram considerados “éticos” e bons para a sociedade. Assim, não importam mais as regras, eles querem é jogar.
            O lema de nossos dias é: “Seja feliz, não importa como. Tenha prazer do jeito que quiser, isto é o importante”. Sabemos que cada um é livre para fazer o que quiser, embora possa pagar por isso. Mas o que me preocupa é, aonde chegaremos? Salomão no livro de Eclesiastes 11.9 no trás um conselho, “Jovem, anda pelo caminho do teu coração e pela vista dos teus olhos, sabe, porém isto, que todas estas coisas, Deus te trará a juízo”.

            “Somos livres por nossas escolhas, mas prisioneiros das consequências”.


Obrigado!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Então vocês querem respeito não é?

            Já dizia a velha frase: “Respeito é bom, e eu gosto”. Mas afinal o que é respeito? Junto com a palavra respeito, outras palavras se tornaram recorrentes na mídia, e no meio de alguns grupos que se dizem ativistas, como: minorias, segregação, racismo, preconceito, homofobia etc.

            Com a chegada do Papa Francisco ao Brasil para a Jornada mundial da juventude, algumas coisas simultaneamente ocorreram. De um lado, o fervor católico religioso demonstrado principalmente entre os jovens, e do outro, uma ojeriza religiosa representada por grupos que se intitulam minorias, a exemplo da marcha das vadias; Lgbt’s e ateus. Esses grupos constantemente vêm cobrando da sociedade, e principalmente dos religiosos o respeito e tolerância a suas crenças e práticas. Argumentam que o Brasil é laico e democrático, e por isso possuem a liberdade de expressão, para fazer da mesma, o que der na telha.

          As ditas minorias, na verdade tem um sonho de se tornar “maioria”, pois no pensamento dos mesmos, talvez a quantidade exerceria um silenciar na opinião dos contrários. Essas minorias que pedem um senhor respeito para suas ideias e práticas, mais uma vez deixou claro sua mensagem: “Vem a nós, mas ao vosso Rei, nada”.

Os Ateus por exemplo, representados pela ATEA (Associação Brasileira, de Ateus e Agnósticos), promoveram um “desbatismo” com muito sarcasmo, tentando uma desconstrução religiosa e contestando os gastos do estado com a vinda do Papa, e que diga-se de passagem, foi em torno de 118 milhões . Esses mesmos ateus, são uns dos que mais cobram respeito por suas convicções, mas na prática...

O movimento Lgbt como sempre, lutando e protestando contra a descriminação de seu grupo, nem sempre dialogam como propõe, mas partem para apelação (pois sua luta nem sempre fica no campo das ideias), e a partir disso, não só se expõe ao ridículo, mas também ridicularizam a fé cristã ou não, se fantasiando de personagens bíblicos, como Jesus na cruz, etc. Acredito que todo protesto e luta por direitos é valida, desde que não haja vandalismo, e desrespeito com as convicções de quem quer que seja, pois, “A sua liberdade começa, onde a do outro termina”.

Dos grupos citados, o da “Marcha das Vadias” foi o que mais causou impacto com seu protesto. Estavam nus ou seminus com seus corpos pintados, cartazes, palavras de ordem como: “Chupai-vos uns aos outros”, “Tirem seus rosários dos nossos ovários”, ”Meu útero é laico”; e diversas frases antirreligiosas etc. Mas a coisa não ficou por aqui, partiram para o desrespeito e baixaria. Começaram a afrontar a fé católica, sentando em cima da cruz e a introduzindo no anus, e o mesmo se deu com a imagem de Maria. 

Não sou adepto a adoração ou veneração de imagens como pregam os católicos, contudo, eu os respeito. O que esse grupo fez foi causar ainda mais estranheza e repulsa com seus atos. Não acredito que será desta forma que conseguiram seu espaço. Não é me impondo e coagindo que serei aceito. Não é hostilizando a fé e ideais que o meu serão respeitado.

A cada dia fica mais patente o famoso provérbio popular: “Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”. Essa conversa de pluralismo, respeito, diálogo e direitos e deveres, é pura balela. Na prática as ditas minorias estão se impondo e tentando colocar de goela a baixo na sociedade, suas ideias e atos, e ai daquele que discordar, pois poderá ser chamado de homofóbico, preconceituoso, arcaico, fundamentalista, conservador e, ainda corre o risco de ser preso ou responder a processos.

O Profeta Isaías diz: "Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo" (Is 5.20). Sinceramente não tenho uma visão otimista do futuro, muito pelo contrário, parece que as coisas estão assustadoramente indo a pior.

Que o Senhor Jesus tenha misericórdia, daquilo que se convencionou chamar de ser humano... 

Obrigado!

.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Contra a idolatria dentro dos arraias evangélicos - Rodolfo Abrantes




É disso que estou falando... Não estamos precisando de "Artistas gospel", estamos precisando de homens e mulheres de Deus...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Como ser, se não sei o que é?



Muito se fala em Ser, e não Ter. Creditamos geralmente as pessoas que tem, (geralmente posses ou status), de não ser, e as que não tem, de ser. Mas nem sempre é assim, mesmo pessoas que não tem, as vezes também não são. Mas serei o que? Quem me mostrará o que é ser? Como saber o que é Ser se não tenho exemplo do que é?
A televisão me mostrará o que é ser? Não, de jeito nenhum!
Os políticos me mostrarão o que é ser? Estão demonstrando que não!
Os jornais me mostrarão o que é ser? Não, não!
Os magistrados me mostrarão o que é ser? Seraá???
As sociedades civis me mostrarão o que é ser? Um...
Os religiosos me mostrarão o que é ser? Não podemos generalizar...
Enfim, a lista poderia alongar-se demais, mas a pergunta que não quer calar é: “Ser ou não ser, eis a questão” – Shakespeare
            Lembrei-me de alguém que foi e que É, e que nos ensinou a Ser, Cristo. Ele, mesmo tendo a Glória e Poder do Pai, não ousou Ter, antes preferiu Ser. E mesmo sendo, não se orgulhava em Ser e dizer que era, antes por sua humildade constrangia os que lhe rodeava a também ser.
Se ele É, e nos ensinou a Ser, por que é que não somos? Por que insistimos em parecer do que Ser? Por que nos encantamos tanto com o Ter? Nós só seremos o dia em que buscarmos em Cristo Ser o que Ele foi e É. Nossas crianças só serão o dia que dermos o exemplo de Ser.
Se você não é, busque ser, pois, “O ser é, o não ser não é” - Parmênides...

Obrigado!

domingo, 14 de abril de 2013

Pra que outros possam viver, Vale a pena morrer!


Uma das melhores ministrações que ouvi nesses últimos tempos...
 
Vale a pena morrer...

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Como assim, "não toque no ungido do Senhor"?! Texto: Augustus Nicodemus

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:

A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).

Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: "O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor" (1Sm 24:6).

Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: "Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?" (1Sm 26:9).
Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).

Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.


Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?

A expressão “ungido do Senhor” usada na Bíblia em referência aos reis de Israel se deve ao fato de que os mesmos eram oficialmente escolhidos e designados por Deus para ocupar o cargo mediante a unção feita por um juiz ou profeta. Na ocasião, era derramado óleo sobre sua cabeça para separá-lo para o cargo. Foi o que Samuel fez com Saul (1Sam 10:1) e depois com Davi (1Sam 16:13).

A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real.

Mas, o que não se pode ignorar é que este respeito pela vida do rei não impediu Davi de confrontar Saul e acusá-lo de injustiça e perversidade em persegui-lo sem causa (1Sam 24:15). Davi não iria matá-lo, mas invocou a Deus como juiz contra Saul, diante de todo o exército de Israel, e pediu abertamente a Deus que castigasse Saul, vingando a ele, Davi (1Sam 24:12). Davi também dizia a seus aliados que a hora de Saul estava por chegar, quando o próprio Deus haveria de matá-lo por seus pecados (1Sam 26:9-10).

O Salmo 18 é atribuído a Davi, que o teria composto “no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul”. Não podemos ter plena certeza da veracidade deste cabeçalho, mas existe a grande possibilidade de que reflita o exato momento histórico em que foi composto. Sendo assim, o que vemos é Davi compondo um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento” (Sl 18:48), por ter tomado vingança dos que o perseguiam (Sl 18:47).

Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.

O que não entendo é como, então, alguém pode tomar a história de Davi se recusando a matar Saul, por ser o ungido do Senhor, como base para este estranho conceito de que não se pode questionar, confrontar, contraditar, discordar e mesmo enfrentar com firmeza pessoas que ocupam posição de autoridade nas igrejas quando os mesmos se tornam repreensíveis na doutrina e na prática.

Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem:
"Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam" (1Tim 5:19-20).

Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.

Mas, o que impressiona mesmo é a seguinte constatação. Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes. O melhor exemplo é o do próprio apóstolo Paulo, ungido por Deus para ser apóstolo dos gentios. Quantos sofrimentos ele não passou às mãos dos crentes da igreja de Corinto, seus próprios filhos na fé! Reproduzo apenas uma passagem de sua primeira carta a eles, onde ele revela toda a ironia, veneno, maldade e sarcasmo com que os coríntios o tratavam:

"Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco.
Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens.
Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis.
Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos.
Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores" (1Cor 4:8-17).

Por que é que eu não encontro nesta queixa de Paulo a repreensão, “como vocês ousam se levantar contra o ungido do Senhor?” Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com “não me toque que sou ungido do Senhor,” mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade.

“Não toque no ungido do Senhor” é apelação de quem não tem nem argumento e nem exemplo para dar como resposta.

quarta-feira, 6 de março de 2013

A NOIVA ILUDIDA!



Amigo, tudo bem? Sim, e você? Bem. Amigo, ficarei um tempo fora, e você sabe que estou por me casar, ou seja estou noivo, e aliás, estou apaixonado e amo minha noiva... Como confio em ti, creio que você poderá ajudar a cuidar da minha noiva enquanto eu estiver fora, pois, você sabe como ela é, ela é ingênua, simples, meiga e sem malícia nenhuma, sendo assim, você não terá dificuldades em me ajudar. Tudo bem? Posso confiar em você? Claro, cuidarei da sua noiva não só agora, mas também farei os preparativos do seu casamento, pois sei quanto ama sua noiva. Obrigado, sabia que poderia confiar em você, você é meu amigo do peito, “mora no meu coração e não paga aluguel” rs...
            O noivo foi fazer uma longa viagem e não deixou claro quanto tempo duraria, mas sabia que poderia viajar tranqüilo, pois sua noiva estava em boas mãos. O problema foi que este noivo começou a demorar na visão do seu amigo, e nisto, mais que seu amigo, sua noiva também estava muito ansiosa, e preocupada, pois não sabia quando seu noivo viria buscá-la, para então realizar o tão sonhado casamento.
          Neste intervalo de ansiedades e preocupações, começou a acontecer algumas coisas um tanto estranhas. O amigo do noivo começou a ficar por demais de perto da noiva, convidando-a para conversar, começou a elogiá-la, mas esses elogios não pareciam somente de amizade, mas que haviam alguma coisa a mais neles. Quando se reuniam o assunto era um só, o casamento da noiva. Davam risadas, imaginavam todos os detalhes, como seria linda a festa do casamento etc. Mas essa proximidade acabou rolando um “clima” por parte do amigo, e não era claro se a noiva correspondia as investidas do amigo do noivo, pois como o próprio noivo havia dito, “ela era sem malícia nenhuma”. O amigo do noivo começou a olhar a noiva com outros olhos, não mais olhos de amizade, mas olhos de interesses, e começou a achá-la bonita, atraente, cheirosa, e começou a falar-lhe ao ouvido, e o resultado: O amigo do noivo estava apaixonado pela noiva.
       E agora, que situação, que impasse! O amigo do noivo que havia recebido uma responsabilidade (cuidar da noiva e preparar seu casamento), agora estava interessado pela noiva. A essas alturas não importava mais a amizade, fidelidade e confiança, mas sim, a paixão que o amigo estava sentindo, e por isso ele agora começaria a preparar o terreno, e as investidas agora ficariam de fato sérias. Mas como fazer a noiva esquecer o casamento? (e diga-se de passagem, nem ela mesma sabia quando seria), e fazê-la apaixonar-se por mim, pensou o amigo. Talvez fazendo-lhe algumas promessas, ela poderá ceder a tentação.
O amigo não contou conversa, foi pra cima mesmo e começou a prometer o céu e a terra. Primeiramente disse a noiva que ela poderia ser muito próspera, e que ela não passaria por dificuldades financeiras, pois está escrito na palavra que “comeríamos o melhor desta terra”. Disse pra ela não temer, pois eles eram “filhos do Rei”, e filho de Rei tem que andar como príncipe. Ele disse que a ensinaria como “tomar posse da benção”, pois temos direitos diante do pai. Para multiplicar a benção financeira ela deveria semear, semear muito, pois quanto mais ela semeasse, mais seria a colheita que ela teria, pois Deus multiplica por 10 a semente dos seus filhos. Enfatizou que ela seria cabeça e não cauda, e que estaria sempre por cima, e nunca pra baixo. O amigo ainda disse que ela não precisaria se preocupar com a saúde, pois os “filhos de Deus” não podem ficar doentes, bastava ela “determinar” ou “ordenar” que as enfermidades fugiriam dela. O amigo ainda garantiu que se ela fizesse um “ato profético” sobre qualquer que fosse a situação, seria mudada segundo esse ato e palavra, e se ela tocasse o chofar então, (chifre de carneiro usado como corneta no Antigo Testamento), ai sim, o efeito se tornaria maior e mais rápido. O leitor deve estar pensando: ah mais só isso? Achei que era mais coisas? Não se engane, o amigo do noivo prometeu tanta coisa, mas tanta coisa, que até eu se fosse mulher, teria casado com o amigo do noivo, e a limitação é que, em umas poucas linhas como essas, não dariam para descrever tudo.
A noiva se preocupou por um momento, e indagou: eu não preciso me preparar para o casamento? Será que eu não preciso estudar um pouco, pra conhecer como é um casamento a luz da bíblia? O amigo disse: não, de jeito nenhum, “pois a letra mata, mas o espírito vivifica”. Você deve se preocupar somente com o Espírito, e no dia que te exigir alguma questão bíblica, o Espírito Santo vai te revelar. E olha, escuta meu conselho, disse o amigo, esse negócio de estudar Teologia deixa a pessoa fria, meio doida, entra nessa não.
A noiva agora estava confusa de uma vez, e não sabia mais como proceder, pois seu noivo não voltava para casar-se com ela, (no fundo ela tinha esperança), e agora o amigo do noivo mostrou um mundo ou realidade que de fato, mesmo que estanha, chamou a atenção dela. E agora, será que é verdade tudo o que meu amigo disse e prometeu, pensou a noiva. Será que compensa continuar esperando meu noivo?
Infelizmente caro leitor, não posso te contar ainda como foi o final desta história, pois ainda não aconteceu. Mas cabe a noiva esta decisão delicada...
“Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência”...

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz a Igreja” Apocalipse 2.7

Obrigado!

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