domingo, 26 de fevereiro de 2012
Socorro! O pastor quer judaizar o cristianismo. (Texto do Pr. Renato Vargens)
Uma das mais novas crenças dos
denominados evangélicos é o cristianismo judaizante. Na verdade, este
movimento religioso e herético é a nova febre da atualidade. Isto
porque, alguns dos evangélicos têm introduzido praticas
vetero-testamentárias nos cultos e liturgias de suas igrejas. Na
verdade, tais pessoas têm declarado que o resgate dos valores judaicos é
uma revelação de Deus a igreja contemporânea, cujo slogan é “Sair de
Roma e voltar para Jerusalém”.
Outro dia fiquei sabendo de um
pastor que resolveu pesquisar a sua árvore genealógica visando
descobrir se possuía ascendentes judaicos. Pois é, o pastor em questão,
gastou uma grana na expectativa de se descobrir judeu. Se não bastasse
isso, o pastor-judeu-cristão, não come carne de porco, odeia
camarão e obriga com que os filhos usem o kipá na escola onde estudam.
Isso sem falar que o dito-cujo não menciona o nome de Deus, chama Jesus
de Yeshua e incentiva a circuncisão.
Nos cultos destes modernos fariseus encontramos práticas como:
1-Tocar de costas para a congregação, por considerar os ministros de musica “levitas de Deus”.
2- Usar o Shofar, para liberar unção ou invocar a presença divina.
3- Guardar o sábado fezendo dele o dia do Senhor.
4- Observar TODAS as festas Judaicas.
5- Usar o Kipá e o Talit, que são as vestimentas que os judeus praticantes usam para ir a sinagoga.
6-
Usar excessivamente símbolos judaicos tais como, a bandeira de Israel, o
Menorah ou a Estrela de Davi dentre tantos outros mais.
7- Construir protótipos da Arca da Aliança a fim de simbolizar entre os cristãos a presença de Deus.
8- Mudar os nomes e as nomenclauras bíblicas judaizando tudo, a ponto de chamar Paulo de Rabino.
Caro leitor, não existem
pressupostos bíblicos para que a igreja de Cristo, queira “recosturar” o
véu do templo. Entretanto, alguns dos crentes atuais teimam em
transformar em realidade aquilo que deveria ser uma simples sombra. Foi o
Apostolo Paulo quem afirmou: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer,
ou pelo beber ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de
sábados. Estas são sombras das coisas futuras; a realidade, porém,
encontra-se em Cristo", Colossences 2.16-17.
As leis cerimoniais judaicas, os
ritos sacrificiais, as festas anuais, foram abolidas definitivamente
por Cristo na cruz do calvário(o significado de cada uma delas se
cumpriu em nosso Senhor). Por esse motivo, mesmo os judeus que se
convertem hoje ao cristianismo estão dispensados das leis cerimoniais
judaicas. É por esta razão que crentes em Jesus, não fazem sacrifícios
de animais, não guardam o sábado, não celebram as festas judaicas, não
se prostram diante a Arca da Aliança e nem tampouco fazem uso do shofar.
Nossa mensagem, vida e
testemunho deve ser Cristo, o Evangelho pregado deve ser o evangelho de
Cristo, nossa mensagem central deve ser para a gloria e o
engrandecimento do nome de Cristo.
Renato Vargens
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Testemunho de Vitor Belfort
Edificante, vale a pena ouvir!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Artigo sobre o BBB* – Luís Fernando Veríssimo
[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
Obs.: BBB* - Big Brother Brasil
( Luís Fernando Veríssimo )
sábado, 17 de dezembro de 2011
VIDA DE CÃO!
Waldick Soriano, em sua letra: "Eu não sou cachorro não", queria demonstrar um pouco de um amor não
correspondido. Esta letra chegou até mesmo ser censurada na ditadura militar. A
esta altura (década de 70) ser comparado a um cachorro era ser qualificado com
um adjetivo muito ruim. Quando se dizia então, que o fulano estava vivendo uma vida de cão, você logo saberia que
possivelmente, ele poderia estar passando fome, necessidades, estar preso ou
até mesmo ter recebido a famosa gaia,
chifre ou similares. Enfim, vida de cão era uma vida desgraçada.
Com a crise dos paradigmas em que o mundo
passou na guerra fria, os modelos, e utopias abalaram-se, e a sociedade passou
então por grandes transformações com o advento da mídia, e a conseqüência disto
foi que a cabeça das pessoas mudaram,
e os valores foram transformados e prioridades invertidas.
E na Era
Pós-moderna o seres humanos estão em busca de algo que não sabem o que é, e
desta forma acabando sublimando seus anseios e necessidades projetando-se em
bens materiais ou qualquer outra coisa que traga satisfação e alegria. E nesse
conjunto encontram-se os animais de estimação, e que, diga-se de passagem, já é
uma receita de psiquiatras e psicólogos para curar a depressão.
Nunca se gastou tanto com caprichos aos bichanos. Estima-se que o mercado de
Petshops movimenta cerca de R$ 15 Bilhões por ano (http://amis.org.br/downloads/gondola/g124/petshop.pdf). Não vejo problema algum em ter um animal ou
animais de estimação, eu mesmo já tive cachorros na infância, um papagaio
(Lourival, viveu 14 anos), e o último foi um peixe de aquário, o McIntosh.
O
grande problema que vejo, é que nossas prioridades mudaram tanto, e nossa forma
de perceber o “outro”, que estamos desviando o foco de “Amar o próximo, como a
nós mesmos”, para amar ou dar valor a bens materiais e a animais, uma
importância que deveria ser destinada aos seres humanos.
A poucos dias após a divulgação
deste vídeo: (http://www.youtube.com/watch?v=fZtBYbmpxxE) gerou uma onda de protesto e “repúdio” na internet
e redes sociais. Apoio o protesto, sou contra a qualquer maus-tratos aos
animais, deve-se punir mesmo. Mas será que o Estado e a Justiça também não
deveriam usar o mesmo critério para os Rodeios, briga de galo, de cachorros etc.?
Ou ainda, por que não se pune prefeitos, ou melhor, políticos em geral que
participam de desvios de donativos, como foi o caso das catástrofes de Santa
Catarina-SC, de Alagoas-AL e Rio de Janeiro-RJ. Por que não fazem uma onda de
repúdio aos políticos que desviam milhões (Jader Barbalho, Maluf, Palocci etc.,
só três basta, se não o texto ficaria muito longo), que poderiam ajudar a
erradicar a fome e a miséria do Brasil?
Fala
sério, em vez de ficarmos compartilhando vídeos de “Repúdio” contra os maus-tratos a animais, por que não levantemos a
bunda desta cadeira macia e vamos
atrás dos que sofrem e padecem, dos que passam fome e necessidades, dos que
lutam pela sobrevivência, dos que foram marginalizados pelo sistema capitalista.
Dê uma vida de cão para estes, pois os cães de hoje, estão vivendo melhor que
os seres humanos. Está na hora de revermos nossos valores!
Jesus
nos disse: “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive
sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e
vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então
os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te
demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos
estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo,
ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos
digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes”.
Mt. 25.35-40
Obrigado!
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